Postagens

Mostrando postagens com o rótulo invasão

Ocupação sob viaduto é tema de encontro com subprefeito da Sé

Imagem
Entidades de moradores da Barra Funda estiveram reunidas dia 5/4/23 com o subprefeito da Sé, coronel Álvaro Camilo. Como pauta principal a solicitação de providências quanto à ocupação irregular de parte de área fechada no baixio do Viaduto Engenheiro Orlando Murgel, no início da Avenida Rudge, que abriga de forma desumana e perigosa dezenas de famílias e alimenta, entre outras irregularidades, um serviço de reciclagem de lixo a céu aberto, na altura do número 200 da mesma via. Rodolfo, chefe de Gabinete, subprefeito Álvaro Camilo, Edivaldo Godoy e Francisco de Souza À frente desta demanda, a Associação Barra Funda Viva (ABFV), representada na oportunidade por seu atual presidente, Francisco de Souza, que apresentou também o projeto, já discutido com outras autoridades, da instalação de um sacolão nos baixios do viaduto, para dar uma utilização útil ao local e evitar invasões. “Areião” também foi assunto A pedido de um dos participantes da reunião, Felippe Lopes, morador do Condo

Ocupantes de galpão sob viaduto não aceitam acolhimento

Imagem
68 sem-tetos teriam sido abordados. Cadastro habitacional da prefeitura tem fila de 110 mil famílias Conforme Barra News noticiou no final da semana passada, uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) esteve num dos galpões localizados sob o Viaduto Engenheiro Orlando Murgel, na altura do número 200 da Avenida Rudge, para cadastrar famílias de sem-teto que ocuparam o local, que até bem pouco tempo era utilizado pela empresa  Monte  Azul,  que  prestava  serviços  à prefeitura  em  função  da  Usina  de  Asfalto  da  Barra  Funda,  recentemente  fechada. De acordo com nota da Secretaria de Comunicação da prefeitura, o cadastramento foi feito pela equipe do Serviço Especializado de Abordagem Social (SEAS) Santa Cecília. Teriam sido abordadas 68 pessoas em situação de rua, mas, conforme frisa a nota, nenhuma aceitou acolhimento. A equipe do SEAS Santa Cecília, ainda de acordo com a informação oficial, “dará continuidade nas abordagens, i

SMADS cadastra invasores de galpão sob Viaduto Orlando Murgel

Imagem
Famílias que ocuparam o local foram cadastradas pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social  Ontem, 25/7, segundo a assessoria de imprensa da Subprefeitura Sé, as famílias que ocuparam  o galpão sob o Viaduto Engenheiro Orlando Murgel foram cadastradas por agentes da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS). Em contato feito nesta sexta-feira, 26/7, com a assessoria de imprensa da Subprefeitura, Barra News foi tão-somente informado que as tratativas sobre os trabalhos que serão desenvolvidos pela municipalidade ainda estão acontecendo. Nada foi dito também acerca do encontro ( ver nota da SubSé abaixo ) que aconteceria na quinta-feira, 25/7,   e seria mediado pela Supervisão de Habitação da Subprefeitura Sé, entre a Secretaria Municipal de Habitação e o grupo de sem-teto que invadiu há cerca de 20 dias parte do galpão sob o Viaduto Engenheiro Orlando Murgel, onde   funcionava   a   empresa   Monte   Azul,   que   prestava   s

Galpão sob viaduto é ocupado. Vizinhança cobra providências

Imagem
Ocupação ocorreu em espaço da prefeitura debaixo do Viaduto Engenheiro Orlando Murgel Há cerca de 20 dias parte do galpão onde funcionava a empresa Monte Azul, que prestava serviços à prefeitura em função da Usina de Asfalto da Barra Funda, recentemente fechada, foi ocupada por mais de 50 pessoas sem-teto, metade das quais crianças, algumas vindas da favela do Moinho , outras de ocupações próximas ou das ruas. A parte ocupada tem entrada por um portão da Avenida Rudge 200 e fica sob o Viaduto Engenheiro Orlando Murgel, situado entre os bairros de Barra Funda e Bom Retiro, ligando a Avenida Rudge à Avenida Rio Branco, sobre os trilhos da CPTM, no corredor norte-sul da cidade. Em abaixo-assinado feito por meio do site Avaaz.org, moradores do entorno reivindicam a intervenção da prefeitura, afirmando que foram abertos chamados em órgãos competentes, mas que não tiveram retorno até o momento. Alegando que o local é impróprio para moradia, o texto do abaixo-assinado manifesta